quarta-feira, 27 de maio de 2009
José Cid - Invasão - No dia em que o rei fez anos
Vieram tribos ciganas
Saltimbancos sem eira nem beira
Evitaram a estrada real
E passaram de noite a fronteira
E veio a gente da gleba
Mais a gente que vivia do mar
Para enfeitar a cidade
E abrir as portas de par-em-par
No dia em que o rei fez anos
Houve arraial e foguetes no ar
O vinho correu à farta
E a fanfarra não de parou de tocar
E o povo saiu à rua
Com a alegria que costumava ter
Cantando se o rei faz anos que venha à praça
Para nos conhecer.
Mas nesse reino distante
Quem tinha um olho era rei
Lá vai 'rei-morto-rei-posto'
Levado em ombros p´la grei
E a festa continuou
Já que ninguem tinha nada a perder
Só ficou um trovador
P'ra contar o que acabava de ver
No dia em que o rei fez anos
Houve arraial e foguetes no ar
O vinho correu à farta
E a fanfarra não de parou de tocar
E o povo saiu à rua
Com alegria que costumava ter
Cantando se o rei faz anos que venha à praça
Para nos conhecer(bis)
terça-feira, 26 de maio de 2009
José Cid - A Pouco e Pouco (Favas Com Chouriço)
Acordas-me com um beijo
E um sorriso no olhar
E levantas-me da cama
Depois tiras-me o pijama
Faço a barba
E dá na rádio
O Zé Cid a cantar
Apanho o Autocarro
Vou a pensar em ti
Lavas os miúdos
Ao jardim infantil
Chego à repartição
Dou um beijo no escrivão
E nem toco a secretária
Que é tão boa!
(Refrão)
A pouco e pouco se constrói um grande amor
De coisas tão pequenas e banais
Basta um sorriso
Um simples olhar
Um modo de amar a dois (bis)
Às 5 e meia em ponto
Telefonas-me a dizer:
Não sei viver sem ti amor |
Não sei o que fazer | Ela
Faz-me favas com chouriço
O meu prato favorito
Quando chego para jantar
Quase nem acredito!
Vestiste-te de branco
Uma flor nos cabelos
Os miúdos na cama
E acendeste a fogueira
Vou ficar a vida inteira
A viver dessa maneira
(Refrão)
Eu e tu e tu e eu e tu e eu e tu
segunda-feira, 25 de maio de 2009
José Cid - Ontem, Hoje e Amanhã
Ontem eras a menina mais alegre e
mais bonita que eu já conheci.
Laçarote no cabelo e um fato à
marujo feito de cetim.
Fazias-me as contas de multiplicar
e no fim das contas,
íamos brincar às casinhas, aos cowboys,
aos polícias e ladrões,
já eu te amava sem saber.
Ontem, hoje e amanhã.
Hoje dormes a meu lado mas eu
fico acordado vendo-te a dormir.
Chego tarde e cansado do trabalho da
cidade mas esperas-me a sorrir.
E vejo-te abraçar a mim com tal calor,
fazes-me esquecer o dia que passou.
Numa tarde de aluguer,
lado a lado para viver.
Ontem, hoje e amanhã.
Ontem, hoje e amanhã.
Ontem, hoje e amanhã.
Ontem, hoje e amanhã.
Amanhã no fim da vida, hás-de ser a
minha querida, o meu grande amor,
partiremos de avião pró Egipto,
pró Japão ou pró Equador.
Temos pouco tempo para recordar.
Sabes, nunca é tarde para começar.
Ontem, hoje e amanhã, revivendo um grande amor.
Ontem, hoje e amanhã.
Ontem, hoje e amanhã.
Ontem, hoje e amanhã.
Ontem, hoje e amanhã. Amanhã.
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